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Convivendo com o estresse

Sexta-feira pela manhã e independente do tempo e da temperatura, o dia amanheceu bom, se tornando ainda melhor no final da tarde, pela aproximação do final de semana.  

No oposto, segunda-feira pela manhã e o dia já iniciou com dificuldades que parecem não ser possível de serem superadas.

Ao ler o escrito à cima, você se recordou de alguém que costuma pensar dessa maneira ou fez uma identificação própria com o que foi dito?

Se fizermos uma reflexão, a segunda-feira tem relação com iniciar, recomeçar.

Muitas vezes, este recomeço nos coloca à frente de situações de insegurança que geram um estresse negativo.

Podemos definir o estresse, como um conjunto de reações fisiológicas que são necessárias para nos adaptarmos a novas situações, tendo assim, uma função essencial e positiva para a nossa vida e ele pode ser gerado por meio de alguns acontecimentos, como: um novo trabalho ou até uma nova função; o nascimento de um bebê ou a perda de alguém; uma situação de doença; no trânsito, entre outros.

Agora imagine que você está colocando água em um copo de maneira lenta e de repente, a água começa a transbordar. O estresse passa a ser negativo, quando é comparado com a água que está transbordando. Ele ultrapassa um  limite que o corpo pode suportar e começa a causar prejuízos físicos, emocionais e cognitivos para o indivíduo.  

E como podemos cuidar dele para que ele não se torne negativo?  

A auto percepção é uma estratégia fundamental, pois se entendermos o nosso funcionamento perante as situações do dia a dia e na relação com as pessoas, podemos direcionar nossos comportamentos para caminhos mais saudáveis.

Além dela, o planejamento, uma alimentação saudável, atividade física regular e a busca por um tempo livre de qualidade também são formas de promover bem estar, atuando na diminuição do estresse negativo.

Ainda que para a maioria das pessoas, o final de semana represente descanso, lazer, estar com família e amigos, porque não podemos levar um pouco destes hábitos para o nosso dia a dia e tornarmos os outros dias da semana, tão prazerosos quanto à sexta-feira?

Somos responsáveis pela mudança que desejamos que aconteça, mas se realizar esta mudança for muito difícil, busque o auxilio de um profissional. Não há nada de errado em pedir ajuda.

 

 

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